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1211, 2017

CULPA DAS MOEDAS

novembro 12th, 2017|Sem categoria|

A estudante Mayane Cecília, de 16 anos, diz ter sido eliminada do Enem neste domingo (12) por ter duas moedas no bolso. A moradora de Fortaleza afirma que pediu para ir ao banheiro, quando o detector de metais acionou.

“Na hora que passei na porta para sair, o detector de metais pegou as moedas”, lembra. “Não estou acreditando que fui eliminada por causa de duas moedas. Meu Deus do céu. Muita frustração para uma pessoa só. Passei ano estudando para ser elimanda por causa de duas moedas”, lamenta.

A estudante diz também que tentou argumentar com os fiscais para evitar a eliminação e chegou a passar mal, mas foi convencida e se retirou do local de prova.

Em nota, o Inep informou que a candidata foi eliminada do exame por estar portando lapiseira.

“Segundo relato da coordenadora, ao verificar que a participante estava portando lapiseira, solicitou que a mesma a acompanhasse à coordenação. Chegando lá, perguntou se ela havia sido avisada, antes do início das provas, que não poderia portar tal material, a participante afirmou que sim e que havia retirado essa lapiseira de sua própria bolsa”, diz a nota.

Ainda segundo o Inep, a coordenadora informou que a participante seria eliminada e questionou se ela havia lido o edital. “A candidata disse que leu apenas por alto, pois fazia a prova por experiência”, continua a nota.

“Ao preencher o termo de eliminação, foi marcado o item 19”, que proíbe a utilização de lapiseira, entre outros materiais. “A coordenadora solicitou que a participante verificasse as informações marcadas no termo de eliminação e que, verificando que estava tudo correto, assinasse o mesmo, o que foi feito”, conclui o Inep.

A candidata confirma que assinou o documento, mas diz que não leu o conteúdo do termo de eliminação porque estava passando mal. Ela afirma, ainda, que não portava lapiseira, apenas um lápis comum.

1211, 2017

ARTE NA PONTA DOS PÉS

novembro 12th, 2017|Sem categoria|

O tênis All Star, ícone da cultura pop, completa 100 anos em 2017.

Com design simples e inconfundível tornou-se peça indispensável na vestimenta de várias gerações sendo utilizado como sinônimo de irreverência e contraversão.

Para homenagear essa peça icônica os alunos confeccionaram telas a partir da imagem desse tênis transformando-os em verdadeiras “obras de arte” inspiradas nos grandes artistas e movimentos modernistas.

1111, 2017

APRENDA A CONHECER SEU FILHO

novembro 11th, 2017|Sem categoria|

O Problema não é o excesso de Conhecimento, mas, a qualidade desse conhecimento…

“O Educador sem vocação não difere de um cego em terreno desconhecido, sem bengala, sem guia, sem direção…”

 

Educação que não ensina primeiramente o princípio da dúvida, não passa de um simples passatempo sem finalidade alguma…

Aprenda a Conhecer seu Filho…

Para contribuir ainda mais para o desenvolvimento de seus filhos, os pais devem sempre observar com muita atenção as crianças para conhecê-las melhor. A partir do momento em que conseguem obter o máximo de informações sobre as características e preferências dos filhos, torna-se possível estimulá-los propondo atividades que apresentem a medida certa de desafio: propostas nem tão fáceis que nada acrescentarão às crianças, nem tão difíceis que se tornem impossíveis de realizar.

Quando os pais buscam este equilíbrio para estimular o desenvolvimento dos filhos, mas ainda não estão muito seguros sobre o que eles já sabem ou sobre o que podem e desejam aprender, pode-se propor uma primeira atividade para cumprir esta função de levantar o máximo de subsídios que os ajudem a conhecer o que as crianças já sabem.

Visando facilitar esta observação e identificar as capacidades das crianças, os pais podem estimular diversas situações, como jogos educativos, atividades esportivas, contar histórias ou fazer a leitura de livros em conjunto, passeios em zoológicos, teatros, cinemas e museus, por exemplo, além de acompanharem as tarefas escolares dos filhos em casa. O que é muito importante!

Durante estas atividades, é preciso registrar o máximo de informações possíveis sobre as características dos filhos: como é sua postura enquanto realiza as atividades; seu grau de atenção e concentração; qual a capacidade de leitura e a riqueza de vocabulário e como isso pode ser estimulado; seu relacionamento interpessoal e sua capacidade de realizar um trabalho em grupo. Além disso, os pais também podem observar como está a capacidade de organização, o capricho, a responsabilidade, a rapidez e agilidade, e sua curiosidade para aprender coisas novas.

Ao montar um quebra-cabeça com seu filho, por exemplo, procure observar como está sua coordenação motora fina, isto é, como ele segura as peças, quantas peças ele consegue montar, sua concentração, capacidade de perceber detalhes e a agilidade com que encaixa as peças.

Outro exemplo de atividade muito rica e que auxilia na observação das características dos filhos é a leitura de livros. Procure identificar que tipo de livros os filhos gostam de ler, com que frequência fazem essa leitura, como está o vocabulário das crianças e como é a fluência dessa leitura.

É importante que os pais, ao contarem histórias para os filhos ou ouvirem uma narrativa contada por eles, busquem estimular a criatividade das crianças fazendo perguntas sobre os textos, propondo um novo enredo e, até mesmo, inventando novos personagens.

Ao propor estas atividades, os pais precisam estar dispostos a aprender com as características dos filhos, sem pré-julgamentos ou rigidez na avaliação. O olhar dos pais deve estar voltado para buscar as capacidades que os filhos já apresentam desenvolvidas, sempre pensando em contribuir para que as crianças sejam cada vez melhores. Portanto, vá com calma e respeite o tempo deles.

Aprender com as características dos filhos não é uma tarefa fácil, mas é preciso tentar e buscar estimular ao máximo para que eles se desenvolvam cada vez mais.

Proponha algumas atividades para o seu filho e observe suas habilidades. Você pode descobrir o filho brilhante que você tem!

1111, 2017

VOCÊ JÁ CONHECE O GOOGLE ACADÊMICO?

novembro 11th, 2017|Sem categoria|

uando se fala sobre pesquisa na internet, um dos primeiros nomes que vem à cabeça é Wikipédia, não é mesmo? Sem sombra de dúvida, ela já salvou milhares de trabalhos ao redor do mundo. Mas quem precisa de uma pesquisa mais aprofundada e confiável não pode se restringir à apenas um portal, certo? Hoje são muitas as ferramentas que chegaram para ajudar nesse quesito. E a Google, que não se permite ficar para trás, trouxe o Google Scholar — ou Google Acadêmico, no bom e velho português. Você já ouviu falar desse recurso? Quer conhecer suas possibilidades? Então confira agora mesmo nosso artigo e entenda tudo sobre essa ferramenta e sua utilidade no âmbito das pesquisas!

Afinal, o que é o Google Acadêmico?

Criado em 2004 e traduzido para o português em 2006, o Google Acadêmico é uma ferramenta de pesquisa criada exclusivamente para fins de estudo. A partir de uma busca bem parecida com a do Google que conhecemos, esse recurso indexa diversos artigos, livros e citações sobre a palavra-chave procurada, criando, assim, uma lista com todos os links relacionados à pesquisa e, se estiver disponível, libera o documento na íntegra para a devida visualização. Nesse caso, se a fonte for paga, ele já providencia o fornecimento do site de quem detém o direito sobre o documento.

Para quem possui uma conta no Google, ainda existem algumas funções específicas muito úteis para conseguir se organizar no uso da ferramenta. Recursos como “minha biblioteca” e “minhas atualizações”, por exemplo, permitem ao usuários salvar as melhores fontes encontradas e se manterem sempre atualizados sobre o tema pesquisado.

Qual a utilidade dessa ferramenta para minha pesquisa?

Uma pesquisa sólida demanda fontes confiáveis, certo? Pois é nesse quesito que entra o principal trunfo do Google Acadêmico, já que ele ajuda a encontrar diversos artigos que dificilmente seriam localizados em uma pesquisa por um buscador comum. Ou seja, ele economiza um tempo precioso que pode ser muito bem utilizado reforçando algum aspecto do trabalho.

Além disso, o algoritmo usado pelo Google reforça aqueles artigos que possuem mais relevância e que foram mais utilizados por outros usuários, normalmente acertando em cheio na indicação de excelentes fontes para as áreas requisitadas, que acabam ajudando muito no embasamento científico de qualquer pesquisa.

Vale lembrar que existe uma pesquisa avançada que permite que a busca seja ainda mais específica. Por meio dela, consegue-se encontrar autores, citações e títulos com as palavras-chave solicitadas, atingindo uma exatidão ainda maior sobre o que se pesquisa.

E sobre os impactos do Google Acadêmico nas escolas?

Se seu objetivo é escrever um trabalho bem fundamentado, nada como usar pesquisas acadêmicas como base, não é mesmo? Normalmente, os autores dedicam anos de suas vidas para se aprofundarem em um determinado assunto, tornando suas publicações fontes extremamente confiáveis. Além do mais, o pesquisador provavelmente já fez a mesma pesquisa que você faz agora, provavelmente tendo escolhido as melhores fontes. Logo, você tem, de certa forma, um resumo muito bem feito no artigo encontrado.

A consequência dessa riqueza nas fontes vê-se nos trabalhos cada vez mais coesos e interessantes. Partindo de outras pesquisas, seu texto ficará mais plural e sólido, além de demonstrar interesse sobre o tema abordado. Tudo isso valoriza ainda mais seu trabalho! E por que não garantir uma pontuação excelente?

É sempre válido usar a internet a seu favor, principalmente quando a ajuda é para os estudos. Mas é preciso ter bastante cuidado ao pesquisar, afinal, se a fonte não for confiável, pode acabar desvalorizando todo seu esforço. E é por isso que o Google Acadêmico funciona como uma excelente ferramenta! Viu como não é só de Wikipédia que vive o estudante hoje em dia?

1111, 2017

A ESCOLA QUE OS ALUNOS DESEJAM

novembro 11th, 2017|Sem categoria|

Uma pesquisa realizada recentemente com 132 mil jovens brasileiros de idades de 13 a 21 anos expôs os seus desejos e aspirações em relação à educação no Brasil. A pesquisa realizada pelo Porvir/Instituto Inspirare ouviu jovens de todas as regiões do Brasil.

O objetivo era compreender como os jovens veem a escola hoje e como seria a escola ideal. Para tal, eles ouviram jovens de todas as regiões do Brasil, de escolas públicas e privadas, e os resultados mostraram que eles são críticos e sabem o que querem!

Veja detalhes da pesquisa:

O QUE ELES PENSAM DO MODELO ATUAL

– Só 1 em cada 10 alunos está satisfeito com a aula e com os materiais pedagógicos utilizados.

– 8 em cada 10 acreditam que as relações dos alunos com a equipe escolar precisam ser melhores.

– 5 em cada 10 não considera a estrutura da escola adequada.

Em contrapartida, os jovens estudantes demonstraram afeto pela escola. Dos entrevistados 70% gostam de estudar em suas escolas, 72% dizem que aprendem coisas produtivas para a vida e 62% afirmam que a escola oferece um ambiente favorável para aprender.

O QUE ELES DESEJAM NA ESCOLA

– 36% desejam realizar atividades práticas.

– 27% querem usar mais tecnologia dentro da escola.

– 25% querem ter algumas disciplinas obrigatórias e ter a opção de escolher outras.

– 16% esperam que a escola desenvolva suas habilidades de relacionamento.

– 10% querem ter acesso a conteúdo de política, cidadania e direitos humanos.

– 41% acredita que atividades que reúna pais, alunos e professores são essenciais na escola ideal.

O QUE NÃO PODE FALTAR NA ESCOLA IDEAL

– 51% acredita que a tecnologia não pode ser somente a do laboratório de informática.

– 44% querem bastante área verde.

– 42% querem quadras e equipamentos esportivos.

– 36% querem adaptação para pessoas com deficiência.

– 31% querem espaços amplos e abertos que possam ser reaproveitados.

– 30% querem arquitetura sustentável: iluminação natural e reaproveitamento da água.

– 19% querem um prédio que garanta a privacidade de todos.

Para a maioria dos jovens entrevistados a escola que capacita deve focar no ENEM e mercado de trabalho. O conteúdo passado deve ser variado e o currículo mais flexível, com algumas disciplinas obrigatórias e outras optativas, mas a matemática deve estar presente na grade curricular.

Os alunos aspiram por mais atividades práticas. E acreditam que outros métodos educacionais para resolução de problemas devem ser utilizados dentro do ambiente escolar, como rodas de conversa, por exemplo.

E, por último, os jovens acreditam que o limite da sala de aula atual deve ser estendido, para que eles ampliem o seu acesso à educação.

Fonte: www.porvir.org